Um fontanário com água potável por cada uma das antigas 40 freguesias do concelho

A água dos Fontanários Públicos do concelho, está a ser alvo de controlo de qualidade, informou o município nas redes sociais.

A fonte explica que o objetivo é “salvaguardar a saúde pública dos amarantinos que recorrem a estas fontes para consumo próprio, quer para beber quer para conviver. Esta tradição conjuga-se com o vasto património existente no concelho, contabilizado em cerca de 270 fontanários.

Com este controlo da qualidade da água dos fontanários públicos, o Município “assegura” um fontanário pelas 40 freguesias existentes antes da reorganização administrativa.

As análises laboratoriais à qualidade da água “serão realizadas de acordo com o previsto na legislação em vigor, e em articulação com as respetivas Juntas de Freguesia. Será ainda assegurada a manutenção e limpeza das nascentes dos fontanários e de toda a área envolvente” acrescenta a câmara.

Em caso de incumprimentos do Valores Paramétricos, “será colocada uma placa com avisos informativos de água imprópria para consumo até que sejam cumpridos os valores legais”.

Os resultados das análises poderão ser, mensalmente, consultados nos sites do Município e das respetivas juntas de freguesia.

“Com este Plano de Controlo da Qualidade de Água, Amarante cumpre o objetivo de garantir a segurança e a saúde para todos, com uma água controlada, acessível e própria para consumo humano em todo o concelho”, garante o executivo de José Luís Gaspar.

Refira-se que recentemente, a União de Freguesias de Figueiró (Santiago e Santa Cristina) indicou que há onze fontanários públicos no território onde a água foi considerada imprópria para consumo:  fontenários de Arouca, Ribeiro, Pousada, Paço, Infestas e Raposeira (todos em Santiago) e os fontenários em Fatena, Ribeiro do Porto, Aldeia Nova, Vila Nova e Lamela (Santa Cristina.

Radão

À semelhança do que acontece com vários municípios do Norte, em Amarante verifica-se uma grande exposição da população ao radão de origem natural, através da inalação ou por ingestão com o consumo de água. Em 2016 o município, em parceria com a Autoridade de Saúde, recomendava o consumo de água de origem devidamente controlada e tratada, evitando o consumo de águas subterrâneas sem qualquer tipo de controlo, nomeadamente proveniente de fontes, poços e furos.

 

António Orlando

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