Amarante reforça Eixo Atlântico

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A município de Amarante vai fazer parte da associação transfronteiriça Eixo Atlântico que reúne 35 municípios do Norte de Portugal e da Galiza. A pretensão amarantina já foi aprovada pelos órgãos municipais (Câmara e Assembleia Municipal de Amarante) e será ratificada em fevereiro de 2021, em Assembleia Geral do Eixo Atlântico.

Atualmente fazem parte daquela associação 35 municípios (17 portugueses e 18 galegos/espanhóis). A partir de 2021, vão entrar quatro novos membros, entre os quais as cidades Amarante e Gondomar.

Fazendo parte da Associação, Amarante poderá beneficiar de apoios que o próximo quadro comunitário possa conceder à Eixo Atlântico no âmbito de um plano estratégico para a recuperação económica da eurorregião Norte de Portugal-Galiza pós-covid-19.

 O plano estratégico resulta da Conferência de Líderes que decorreu em setembro em Pontevedra, na Galiza, Espanha, e que juntou um grupo de especialistas e autarcas de 31 municípios da associação transfronteiriça do Eixo Atlântico para debaterem a recuperação económica e social em toda a eurorregião no pós-pandemia covid-19.

Revitalização da indústria agro-alimentar com menor pegada ecológica, modernização da ferrovia e do turismo e a digitalização dos processos administrativos são algumas das metas preconizadas no plano estratégico da organização de municípios do Norte e da Galiza. Para o Eixo Atlântico, a denominada “bazuca” europeia para a recuperação económica deve ter em conta o papel das cidades.

O documento já seguiu para os governos de Portugal e de Espanha, bem como para a Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Norte e para a Junta da Galiza.

O secretário-geral do Eixo Atlântico, Xoán Mao, sublinha o “papel determinante” que os municípios estão a ter no combate à pandemia, tendo “liderado as respostas” em várias áreas.

“Agora, temos condições para estar na cabeça também no pós-covid”, afirma.

O presidente do Eixo Atlântico, Ricardo Rio, sublinhou que o documento propõe a aposta no fortalecimento do papel das cidades como “pilar fundamental”.

“O desenvolvimento tem de envolver as cidades”, afirmou o também presidente da Câmara de Braga.

A transição digital, a transição verde, a resiliência económica, a coesão social e a valorização da dimensão cultural são, segundo Ricardo Rio, os cinco grandes temas que o Eixo Atlântico “deve abraçar” na próxima década.

Municípios Eixo-Atlântico

Norte/Portugal:

  • Barcelos; Braga; Bragança; Guimarães; Macedo de Cavaleiros; Maia; Matosinhos; Mirandela; Peso da Régua; Porto; Santa Maria da Feira; Valongo; Póvoa de Varzim; Viana do Castelo; Vila Nova de Famalicão; Vila Nova de Gaia e Vila Real.

Galiza/Espanha:

  • A Coruña; Carballo; Culleredo; Deputación Provincial de Lugo; Ferrol; Lalín; Lugo; Monforte de Lemos; Narón; O Barco de Valdeorras; O Carballiño; Ourense; Pontevedra; Ribeira; Santiago de Compostela; Sarria; Vigo e Vilagarcía de Arousa.

Carlos Moura

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