DIGITAL. As inscrições, entre dois e cinco elementos, estão abertas até dia 15 de julho em www.amarantechhub.com. Este concurso é aberto a todas as pessoas e organizações que tenham o desejo de pensar em como a tecnologia poderá transformar positivamente Amarante.
Integrado no projeto europeu iPlace, o Município de Amarante promove, dias 16 e 17 de julho, o hackathon “Amarante Go Tech”, um concurso de ideias tecnológicas para estimular o desenvolvimento territorial e o empreendedorismo de base tecnológica. Os três melhores projetos recebem prémios no valor de 1500€, 1000€ e 500€ em vales de compras na economia local.
Durante o hackathon – uma maratona que reúne profissionais e empreendedores que pretendem desenvolver soluções tecnológicas –, as equipas participantes terão acesso a uma rede de mentores nacionais e internacionais com experiência na área tecnológica e do empreendedorismo, e a oportunidade de fazer a apresentação do seu projeto a um painel de jurados com prestígio académico e/ou profissional.
As ideias desenvolvidas no hackathon poderão estar inseridas em três categorias: Empreendedorismo Digital e Tecnológico, direcionado a quem quer criar uma nova empresa; Smartcity, para quem quer criar uma nova solução tecnológica para o concelho; e Competitividade do Cluster Digital e Tecnológico, para quem quer potenciar a competitividade de Amarante para a instalação e desenvolvimento de empresas e talento do setor tecnológico.
“O “Amarante Go Tech” surge no momento em que a Europa e Portugal assumem o compromisso de liderarem a agenda mundial de transição digital, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência promovido pelo Governo de Portugal e aprovado pela Comissão Europeia”, contextualiza fonte da câmara de Amarante.
SABER MAIS
Segundo o governo urge incentivar a adoção, por parte das empresas e do Estado, de ferramentas e instrumentos mais modernos que contribuam para a criação de mais e melhor emprego, bem como incentivar a aposta em novos modelos de produção que incorporem as tecnologias associadas à digitalização.
O Plano de Ação para a Transição Digital, publicado (Resolução do Conselho de Ministros n.o 30/2020) desenvolve de forma integrada um conjunto de medidas que procuram articular as diversas sinergias e políticas setoriais, em torno de 3 pilares:
Pilar I: Capacitação e inclusão digital das pessoas;
Pilar II: Transformação digital do tecido empresarial;
Pilar III: Digitalização do Estado;
E uma ação transversal – Catalisadores da transição digital de Portugal.
No decorrer do processo de definição do Plano de Ação para a Transição Digital, foram analisados os diversos programas e estratégias do domínio digital existentes e agregados num conjunto de medidas e ações prioritárias, que resultam do aproveitamento de sinergias e da articulação das diversas políticas setoriais.
Estas medidas são consideradas, à data de hoje, essenciais para a transição digital e, considerando a quantidade e diversidade de medidas bem como a complexidade associada à sua implementação, coordenação e monitorização, o acompanhamento do Plano de Ação para a Transição Digital deve ser garantido pela Estrutura de Missão Portugal Digital, num curto e médio prazo, consoante o grau de maturidade das medidas.
O próximo passo será a concretização da regulamentação específica necessária e a publicação de avisos para candidaturas ao abrigo deste Plano.


