Portugal despediu-se de Jorge Sampaio

ÓBITO. Uma sessão evocativa reuniu cerca de 300 pessoas no Mosteiro dos Jerónimos antes do funeral do antigo presidente da República, Jorge Sampaio, no Alto de São João, em Lisboa.

Jorge Fernando Branco Sampaio morreu na sexta-feira, 10 de setembro, aos 81 anos. Atualmente era o presidente da Plataforma Global para os Estudantes Sírios, fundada por si em 2013. O também Presidente da República entre 1996 e 2006 estava internado nos cuidados intensivos do Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, por insuficiência respiratória desde 27 de Agosto, altura em que ficou “em observação/vigilância médica”.

A cerimónia nos Jerónimos terminou com o Hino Nacional e aplausos no exterior, onde centenas de pessoas acompanharam a homenagem através de um ecrã gigante. Alguns gritavam “Viva a liberdade”, quando o cortejo fúnebre saiu rumo ao cemitério do Alto de São João.

Cinco caças F-16 da Força Aérea Portuguesa sobrevoaram a Praça do Comércio à passagem do cortejo fúnebre de Jorge Sampaio, que se dirige para o cemitério do Alto de São João, onde Sampaio será sepultado, no jazigo da família.

Jorge Sampaio foi “uma pequenina, mas enorme, luz bruxeleante que deu vida, que dá vida, a Portugal, que deu vida, que dá vida, ao Mundo”, concluiu Marcelo Rebelo de Sousa, com uma referência ao poema de Jorge de Sena “Uma pequenina Luz”, que tinha sido dito no início da cerimónia, pela atriz Maria do Céu Guerra, a pedido da família, em homenagem ao antigo presidente da República, conhecido melómano e amante da literatura em geral em geral e da poesia em particular.

António Orlando

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