Do suposto rapto de criança ao atropelamento de um gato, o caminho desbravado pela GNR e PJ no Marco de Canaveses

As autoridades policiais, Guarda Nacional Republicana (GNR) e Polícia Judiciária (PJ), foram acionadas esta manhã, cerca das 7.30 horas, no Marco de Canaveses, por causa de um suposto rapto de uma criança. A investigação terminou a meio da tarde quando as mesmas autoridades concluíram que tudo não teria passado de um equívoco motivado pelo atropelamento de um pequeno gato.

O caso de alegado rapto, que inicialmente gerou alarme social, foi despoletado pelo relato de uma moradora no largo de Outeiro, Constance, que pouco depois de se ter levantado, jurava ter visto uma criança vestida de cor de rosa, com o cabelo pelos ombros e com uma mochila preta, a pedir socorro enquanto era arrastada para dentro de um carro vermelho que depois arrancou em direção a Vila Caiz, localidade do concelho vizinho de Amarante. Um outro vizinho confirmava a existência de gritos àquela hora.

Chamada ao local, a Guarda Nacional Republicana (GNR) recolheu o testemunho da mulher, isolou uma pequena mancha de sangue encontrada no chão onde, alegadamente, a criança aparentando ter 10 anos, teria sido arrastada para o carro.

Mais tarde, já com a Polícia Judiciária em campo, as autoridades chegaram à conclusão que o caso estava relacionado com o atropelamento de gato, que levou a adolescente, e não criança, a gritar em desespero por causa do gato que acabara de morrer pelo tal carro vermelho em que seguia.

No fim deste episódio que chegou a gerar alarme social, o drama da manhã, à tarde, virou comédia entre os populares daquela localidade.

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