Marco faz revisão da Estratégia de Habitação Social para dar teto a mais 40 famílias

HABITAÇÃO. Rua Amália Rodrigues vai ter edifício de habitação a custos controlados com 62 novos fogos

A  Estratégia Local de Habitação (ELH) de Marco de Canaveses vai abranger mais 40 famílias (90 pessoas) do que aquelas que haviam sido identificadas em 2020, pela autarquia aquando da cerimónia pública de contratualização do programa tutelado pelo ministro Pedro Nuno Santos.  Este é o resultado da revisão do plano que define a estratégia de habitação social levada a cabo pela Câmara do Marco em colaboração com o Conselho Local de Ação Social e das juntas de freguesia. 

Assim, o investimento municipal em habitação a custos controlados e de acolhimento social, até 2026, passa a ser projetado para abranger 241 famílias, ou seja, um total de 394 pessoas.

Esta alteração deve-se aos “impactos pandemia da COVID-19, o fim das medidas extraordinárias de apoio a pessoas, famílias e empresas, a escalada de preços generalizada ao acesso habitacional, bem como o acolhimento de pessoas ucranianas, devido à guerra”, explica, Clara Marques, vereadora com o pelouro da Ação Social.

A atualização da ELH “prevê também a revisão em alta do valor por metro quadrado, quer para reabilitação cifrada em 540 euros, quer para construção cifrada em 1130 euros”, levada a cabo pela tutela. A ELH do Marco possui agora uma previsão de investimento global estimado de 15.9 milhões de euros entre 2022 e 2026, quando o valor inicial projetado em 2020 era de 8 milhões. 

Ao longo dos quatro anos de vigência da ELH está prevista a construção de habitação de raiz e a requalificação de edifícios escolares sem uso. 

Para o próximo ano, em 2023, a execução da Estratégia Local de Habitação contempla no Orçamento camarário aprovado pela maioria socialista, uma dotação de 4 milhões de euros, onde se destaca o início da construção de um edifício para 62 novos fogos na rua Amália Rodrigues, no Marco. 

Atualmente, e segundo dados da autarquia marcuense, encontra-se em obra, ou em fase de adjudicação, a adaptação a habitação do antigo Jardim de Infância (JI) de S. Salvador em Soalhães, da antiga EB1 de Catapeixe em Bem Viver, do antigo JI da Corredoura em Várzea, Aliviada e Folhada, e do antigo JI de Barreiros em Penhalonga e Paços de Gaiolo. 

António Orlando

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