Jardim de São Bartolomeu foi vandalizado

VANDALISMO. A situação já foi reportada às autoridades que tomaram conta da ocorrência e encetaram diligências no sentido de identificarem o autor ou autores do ato de vandalismo, adianta fonte municipal.

Na noite, de 30 para 31 de dezembro, o jardim de São Bartolomeu, na vila de Baião, foi alvo de vandalismo, nomeadamente com a destruição de árvores que ornamentam aquele espaço de referência do concelho baionense.

“Além do prejuízo que implicam para o erário público, estas atitudes representam uma enorme falta de respeito por todos os baionenses que, naturalmente, sentem orgulho nos espaços de convívio ao ar livre que têm à disposição e que querem ver cada vez mais asseados”, lamenta Paulo Pereira autarca de Baião.

Presença da bactéria Xylella fastidiosa obriga ao abate de sebe em Baião

Foi detetada e confirmada laboratorialmente pelos serviços da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, a presença da bactéria Xylella fastidiosa numa amostra de Pyracantha coccinea, planta que constitui uma sebe, propriedade dos Bombeiros Voluntários de Baião. De acordo com normas europeias e legislação nacional, tratando-se de uma bactéria que é propagada por um inseto e que pode causar danos numa extensa lista de hospedeiros vegetais, apresenta-se como única medida de controle da doença o abate das plantas infetadas e eliminação pelo fogo ou por enterramento.

O presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Baião, Orlando Rodrigues, deu conta que a Corporação “recebeu uma notificação da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte para proceder ao abate e eliminação da referida sebe, num prazo máximo de 15 dias”. Face a essa indicação e atendendo a que não possui meios humanos e materiais para o efeito, o dirigente solicitou o apoio das equipas de jardinagem da Câmara Municipal de Baião, que irão realizar os trabalhos na primeira quinzena de 2023.

Xylella fastidiosa

A bactéria foi detetada pela primeira vez em Portugal na área do grande Porto, em 2019, pode infetar espécies vegetais herbáceas, arbustivas ou arbóreas, tanto agrícolas como florestais.

A deteção dessa bacteriose deu origem ao despacho n.º 75/G/2022 da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária que determinou o estabelecimento de uma zona demarcada (raio de 2,5 quilómetros a partir do local infetado) e de uma zona infetada (raio de 50m a partir do local infetado), onde devem ser aplicadas medidas para a sua erradicação.

António Orlando

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