Marco de Canaveses na rota do Estudo nacional sobre asma

SAÚDE. Epi-Asthma irá caracterizar perfil do doente e determinar a prevalência da asma. Nove unidades de saúde nos concelhos de Marco de Canaveses, Braga, Felgueiras, Guimarães, Vila Nova de Gaia e Vila Real irão participar no estudo

O “EPI-ASTHMA – Prevalência e caracterização das pessoas com asma, de acordo com a gravidade da doença, em Portugal” regressa em força à zona Norte do país, depois de passar por diversos concelhos dos distritos de Lisboa e Santarém. O estudo, que teve início em 2021 em Matosinhos e Viana do Castelo, pretende determinar a prevalência da asma, assim como caracterizar o perfil do doente asmático, chega agora a nove unidades de saúde dos concelhos de Marco de Canaveses, Braga, Felgueiras, Guimarães, Porto, Vila Nova de Gaia e Vila Real, que irão contactar telefonicamente alguns dos seus utentes, convidando-os a participar. As pessoas que aceitarem o convite serão novamente contactadas para avaliação de sintomas respiratórios, podendo ser convidadas a participar numa avaliação clínica, que será realizada numa unidade móvel, para a confirmação do diagnóstico de asma.

A implementação do estudo, uma iniciativa do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS), da Universidade do Minho (UMinho), do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS), da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e da AstraZeneca, irá decorrer em todo o território continental, em articulação com médicos de 38 unidades de saúde dos cuidados de saúde primários de todo o país e contará com uma unidade móvel. Na região Norte do país prevê-se a avaliação por telefone de 1839 pessoas, 444 pessoas na unidade móvel e a caracterização de 112 doentes com asma.

A conclusão do estudo a nível nacional está prevista para 2023, com uma avaliação de 7500 pessoas por telefone, 1800 pessoas na unidade móvel e caracterizados 460 doentes com asma.

A supervisão do registo e análise dos dados, interpretação dos resultados e respetiva divulgação, com total independência científica, estará a cargo do ICVS/UMinho e do CINTESIS/FMUP. A AstraZeneca será responsável pela definição da estrutura, o enquadramento e a robustez necessária à realização do estudo, com vista à mobilização dos peritos, investigadores e departamentos técnicos adequados. O EPI-ASTHMA conta ainda com uma Comissão Científico-Estratégica, da qual fazem parte Jaime Correia de Sousa (ICVS/UMinho), João Fonseca (CINTESIS/FMUP) e Filipa Bernardo (AstraZeneca).

António Orlando

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