Gestores hospitalares do CHTS investigados por usarem carros oficiais para fins pessoais

INVESTIGAÇÃO. São onze os administradores hospitalares do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa que estão a ser investigados por utilizarem carros oficiais para fins pessoais, nomeadamente, durante os períodos de férias, enquanto o Hospital suportava todas as despesas dos veículos.

De acordo com o Jornal de Notícias, dos onze administradores investigados, fazem parte o atual presidente, Carlos Alberto, e o antecessor, Carlos Vaz, uma vez que, entre 2016 e 2018, integravam o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa.

O jornal noticia ainda que o Hospital suportou uma despesa de cerca de 63 mil euros só em combustível, portagens e parques de estacionamento.

Segundo o JN, os administradores em questão, não eram obrigados a preencher os chamados “boletins diários de utilização de viatura”. Além disso, o Centro Hospitalar não dispunha de nenhum regulamento de utilização de viaturas. Só em setembro de 2016 é que os administradores terão subscrito “o acordo de utilização de viaturas”, no entanto, segundo o JN, este era um documento ilegal.

O Conselho de Administração confirmou entretanto ao Jornal de Notícias “que está em curso um inquérito, na sequência de uma ação inspetiva da IGAS”, acrescentando que “o referido inquérito está em segredo de justiça, o que impede que sobre ele nos pronunciemos”.

Já o Ministério da Saúde disse ao jornal que o relatório da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde seguiu “para a Diretoria do Norte da PJ, em agosto de 2019, e para o Departamento de Investigação e Ação Penal, em setembro do mesmo ano”.

De relembrar que o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa é composto pelos hospitais de Amarante e Penafiel.

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