PENAFIEL. Tribunal julga rede de tráfico que operava no Marco de Canaveses, Penafiel, Cinfães e Paredes

CRIME. Traficante vendia, com a ajuda da mulher e colaboradores, cerca de sete mil euros de droga por semana. Todos estão a ser julgados em Penafiel

O autodenominado “Escobar de Ameixede” , de 49 anos, está a ser julgado, no Tribunal de Penafiel, acusado de ter montado a maior rede de venda de cocaína e heroína na região do Tâmega e Sousa.

O alegado traficante, conta o Jornal de Notícias, comprava a droga no Bairro da Pasteleira Nova, e em Francos, ambos no Porto, que, depois, traficava à porta de casa e através de colaboradores. Oito deles, assim como o principal fornecedor de droga e a mulher do traficante estão todos sentados no banco dos réus.

Segundo a acusação do Ministério Público, revelada pelo JN, o negócio liderado pelo “Escobar de Ameixede” era feito às claras e o traficante não tinha pejo de, com o sol alto, sair de casa para ir ao velho barracão de chapa do outro lado rua, em Entre-os-Rios, abastecer-se do produto estupefaciente e voltar para fornecer os carros parados à porta. Até táxis com toxicodependentes no interior ali estacionavam.

Segundo o JN, para obter maiores dividendos, o “Escobar de Ameixede” foi contratando “funcionários” para traficar em seu nome em Paredes, Penafiel, Marco de Canaveses e Cinfães, criando aquela que era a maior rede de tráfico na região.

O traficante pagava 2,50 euros por cada pacote de heroína vendido ao dobro do preço. O mesmo lucro era obtido com a “pedra” de cocaína adquirida a cinco euros, acrescenta a fonte.

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