MARCO. Bombeiros celebram o Centenário da corporação fundada às 15 horas de 20 de Janeiro de 1924

ANIVERSÁRIO. Associação humanitária dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses celebra este sábado, 20 de janeiro de 2024, o seu 100º Aniversário

Pelo que foi possível apurar, a celebração conta a meio da manhã com uma sessão solene no Salão do Quartel, antecedida às 9 horas pela habitual formatura geral, seguida de hastear das bandeiras, da deposição de flores no monumento ao Bombeiro e da bênção de viaturas.

Na parte da tarde, está previsto o desfile apeado e motorizado ao longo da Avenida Gago Coutinho de todo o “arsenal” humano e material dos Voluntários do Marco de Canaveses.

História da Corporação | Fundação

  • Em 20 de Janeiro de 1924, pelas 15 horas, na Sala de Sessões da Câmara, foi realizada a primeira reunião preparatória para fundação dos Bombeiros do Marco. No mesmo dia foi realizada a primeira Assembleia-geral, tendo sido aprovada a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Marco de Canaveses, e eleitos os primeiros Órgãos Sociais.
  • Miguel Rodrigues Morais foi o primeiro comandante desta unidade para qual tomou posse no dia 26 de Março de 1924 e de onde saiu em 22 de Outubro de 1931, seguindo-se-lhe, respetivamente, Amadeu Ferreira Encarnação, Luís Pinto de Babo, José Pinto Moreira, António de Babo Pinto Ribeiro, Mário Fernando Nazário da Costa, Albino Soares Pinto Loureiro e Sérgio Alexandre Queirós e Silva, que é o atual Comandante.
  • Augusto Brochado Coutinho, foi o primeiro presidente da Associação Humanitária, tendo tomado posse em 24 de Janeiro de 1924 e saído em 17 de Abril de 1932, tendo-se-lhe sucedido, respetivamente, Eduardo Vasconcelos Cardoso Brochado, Mário Alexandre Rebelo Monteiro Lobo, Abel de Sousa Carneiro, António Crucho Dias, Abel Sousa Carneiro, José Pereira Esteves, Eduardo Almeida Peres Pinto Silva, Artur Elísio de Matos Seabra Melo e Castro, Alfredo Manuel Magalhães Barros e Castro, Artur Elísio de Matos Seabra Melo e Castro, Fernando Carneiro Geraldes, Armando Baptista Monteiro, José Ilídio da Silva Macedo, Arlindo Simões Teixeira de Vasconcelos, Júlio Correia Monteiro, Armando Coelho de Barros, João Baptista Vasconcelos Miranda Magalhães, Júlio Correia Monteiro, Manuel Carlos Estrela Brito, José da Silva Azevedo, Avelino Ferreira Torres, Arlindo Simões Teixeira de Vasconcelos, Cláudio Soares Ferreira, Mário Fernando Nazário da Costa e João Monteiro Lima, atual presidente.
  • O primeiro Quartel dos Bombeiros do Marco, arrendado, situava-se no rés-do-chão da casa que faz esquina com a Rua Manuel Pereira Soares e o Largo António Queirós Montenegro, vivendo no seu primeiro andar Miguel Rodrigues Morais, que foi o primeiro comandante, dando por isso o exemplo de “bem-querer” ao Povo do Marco.
  • Em 24 de Janeiro de 1926, Domingo, foi lançada a primeira pedra do edifício que havia de ser o primeiro Quartel próprio da Associação Humanitária e o segundo da Instituição e situava-se na esquina da Avenida Engenheiro Adelino Amaro da Costa e a Alameda do Hospital.
  • Em 24 de Janeiro de 1997 foi inaugurado, por Armando Vara, Secretário de Estado do Ministério da Administração Interna em 26 de Janeiro de 1977, o segundo Quartel da Associação Humanitária e que atualmente é a sede da Instituição, na Avenida Gago Coutinho na freguesia do Marco.
  • A corporação marcuense tem ainda três secções avançadas, uma em Vila Boa do Bispo, criada em 1987, outra em Constance fundada em 1995 e uma mais recente, criada em 2005, em Várzea do Douro.
  • Os Bombeiros foram também os responsáveis pela primeira sala de teatro e cinema do concelho, o Cine-Teatro Alameda, atual Centro Cultural Emergente. A construção do Quartel, Teatro e Cinema foi concluída em 1942.
  • A exibição semanal de filmes terminou em 1990, por falta de público, devido ao ´boom` dos videoclubes.
  • A primeira viatura adquirida foi uma viatura de tração manual para combate a incêndios, conhecida por “carro de material”, porque transportava uma bomba de água manual, uma escada de ganchos, machados, pás, baldes de lona, espias e outros aprestos, era puxada manualmente e já tinha travões! A segunda viatura era igual, embora com caixa de primeiros socorros e uma maca em lona para socorro a vítimas de acidentes. Foi esta a primeira ambulância.
  • A terceira viatura adquirida foi uma viatura de marca Minerva, com rodas de madeira raiadas, tinha volante à direita, era de fabricação belga e foi comprada em segunda mão, com a matrícula S.5384, adquirida em Lisboa.
  • As primeiras mulheres (8) bombeiros do Marco a inscreverem-se em 1989.
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