INCLUSÃO. A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Baião pediu ao Governo que se pronuncie com urgência sobre as novas limitações à mobilidade estatutária de professores, recentemente decididas pelo Ministério da Educação.

Segundo a CPCJ, a medida levanta dúvidas sobre a continuidade do trabalho desenvolvido por docentes destacados para estas comissões, responsáveis por apoiar crianças e jovens em situação de risco. A instituição alerta que a alteração poderá comprometer o funcionamento e a eficácia da proteção de menores.
O pedido surge após a decisão do Ministério da Educação de impor restrições à mobilidade, reduzindo a possibilidade de professores exercerem funções fora das escolas. A CPCJ de Baião considera essencial que o Executivo esclareça se haverá impacto direto na capacidade de resposta das comissões em todo o país.




