AUTARQUIA. A Câmara de Amarante vai investir mais de 1,6 milhões de euros, em 2026, no reforço do apoio às freguesias do concelho, através de contratos interadministrativos destinados à realização de obras de proximidade, pequenas empreitadas e ao financiamento de atividades culturais e recreativas.

O reforço foi apresentado na passada segunda-feira, 2 de fevereiro, numa reunião entre o presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, o executivo municipal e os presidentes das juntas de freguesia, durante a qual foram celebrados os Contratos Interadministrativos de Delegação de Competências para o próximo ano.

Os contratos de cooperação, definidos em sede de orçamento municipal e em articulação com os autarcas locais, visam a concretização de intervenções consideradas prioritárias em cada freguesia. Entre as ações previstas estão pequenas pavimentações, reparação e construção de muros e diversos arranjos urbanísticos, permitindo uma resposta mais célere às necessidades identificadas no território.
Durante o encontro foram também apresentados os critérios de execução dos contratos, que conferem maior autonomia às juntas de freguesia na gestão e implementação das intervenções, agilizando processos e reduzindo tempos de execução.

Paralelamente, foi formalizado o Contrato Interadministrativo de Apoio às Atividades Culturais e Recreativas, que estabelece as regras de financiamento para iniciativas promovidas pelas freguesias ao longo do mandato. O município sublinha que este apoio pretende reforçar a cultura enquanto fator de desenvolvimento social, cívico e comunitário.

O presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, destaca o “reforço da cooperação de forma significativa, quer em valores quer em quantidade, os protocolos e a delegação das empreitadas a executar nas freguesias, conferindo maior autonomia às juntas. Desta forma, é possível realizar mais obras em menos tempo, com o objetivo de resolver problemas concretos das pessoas e melhorar a sua qualidade de vida”, afirmou.
No conjunto, os contratos representam um investimento direcionado para responder às necessidades reais das freguesias.




