EMPREENDEDORISMO. Cinco projetos de Amarante integram o Acceleration Camp do ONZE Coletivo de Impacto, a segunda fase de um programa de inovação social que está a percorrer os 11 municípios do Douro, Tâmega e Sousa com o objetivo de transformar ideias em soluções concretas para os territórios.
O Acceleration Camp arrancou a 31 de janeiro e prolonga-se até 21 de março, reunindo 12 equipas selecionadas entre as propostas apresentadas nos Idea Camp realizados em vários concelhos da região. Ao todo, participam 33 empreendedores sociais num percurso intensivo de capacitação.

Entre os projetos com origem ou ligação a Amarante estão: Gerontólogo Emanuel Borges, Formigas em Movimento, Entre-Tempo, RE.LAB e TROCA JUSTA – Cada Um Dá, Cada Um Recebe (com ligação a Amarante e Penafiel).
O programa decorre em formato híbrido, combinando sessões online com encontros presenciais na Biblioteca Municipal António Mota, em Baião. Ao longo de 12 sessões, as equipas trabalham o desenvolvimento das suas ideias, desde a definição do problema e da solução de impacto até à construção do modelo de negócio, estratégias de financiamento, marketing e preparação de pitch. O percurso termina com um Demo Day presencial, onde os projetos serão apresentados publicamente.
Mais de mil participantes envolvidos
Desde a apresentação pública, em setembro de 2025, no Cine-Teatro de Amarante, o ONZE Coletivo de Impacto já promoveu dezenas de iniciativas de capacitação e participação cívica na região.

O projeto dinamizou Idea Lab, Idea Camp, Conversas com Impacto, sessões em escolas e instituições, além de um Open Day no Instituto Empresarial do Tâmega (IET) e do Experience Lab, atualmente em curso.
No total, as atividades já envolveram 1023 participantes, refletindo a adesão crescente da comunidade a iniciativas de inovação social e empreendedorismo de impacto.
O ONZE Coletivo de Impacto é promovido pelo Instituto Empresarial do Tâmega (IET), em consórcio com a ESTG do Politécnico do Porto, com o apoio do Município de Amarante. O projeto representa um investimento de cerca de meio milhão de euros e é financiado pela Portugal Inovação Social, pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa e pela Fundação Manuel António da Mota, abrangendo 11 municípios da região.




