Rali Terras d´Aboboreira 2026 com troços mais longos e novidades

Qualifying regressa, super-especial renovada e forte plantel marcam edição mais exigente. O arranque competitivo acontece na sexta-feira, culminando no sábado com a Power Stage na Aboboreira.

O Rali Terras D’Aboboreira regressa a 17 e 18 de abril com uma edição mais seletiva e competitiva, abrindo o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e integrando o FIA European Rally Trophy.

A principal novidade está nos troços mais longos, com duas classificativas acima dos 20 km, e no regresso do qualifying, que definirá a ordem de partida. A super-especial de Baião também surge renovada, com novo traçado e formato invertido. Ana Raquel Azevedo, a autarca anfitrião da cerimónia de apresentação do rali, admitiu que existe “muita expectativa” em relação ao que irá acontecer. A realização desta classificativa em ambiente urbano implicará cortes e condicionamentos de trânsito e estacionamento em várias artérias da vila, por motivos de segurança. Todos os condicionamentos podem ser consultados no edital disponível em: https://url-shortener.me/K3FP.

Quanto à realização tripartida Amarante-Baião Marco de Canaveses do rali, a nova presidente da autarquia baionense, enquadrou o evento como uma oportunidade de valorização do território, quer do ponto de vista ambiental, pela ligação à paisagem protegida da Serra da Aboboreira, quer pela sua capacidade de atrair visitantes. Recordando a forte ligação da região ao desporto automóvel, considerou que “os ralis sempre tiveram um papel de convívio, de partilha e de promoção da nossa região“, acrescentando que o município continuará a apoiar a iniciativa, reconhecendo o seu contributo para a divulgação dos três concelhos envolvidos.

A prova, que percorre Amarante, Baião e Marco de Canaveses, mantém o centro em Amarante, mas apresenta ajustes logísticos e um percurso totalmente reformulado.

Com 59 pilotos inscritos, o rali reúne alguns dos principais nomes nacionais, várias estreias e jovens promessas, além de participantes internacionais ligados ao programa da Toyota.

O CPR arranca nos troços de terra, com um plantel liderado por Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2), que procura o oitavo título. O regresso da Lancia aos ralis nacionais, com José Pedro Fontes ao volante do Ypsilon Rally2, é uma das principais atrações. Há ainda mudanças de máquina para Ricardo Teodósio (Citroën C3 Rally2).  

Recorde-se, o espanhol Dani Sordo e o norte-irlandês Kris Meeke colocaram um ponto final no Campeonato Portugal de Ralis. Sordo foi campeão este ano e, Meeke, o ano passado. Em alternativa, a prova recebe, seis jovens pilotos do Toyota Gazoo Racing WRC Challenge Program, divididos entre Toyota GR Yaris Rally2 e Renault Clio RS Rally3.

Shotaro Goto, Takumi Matsushita, ambos de nacionalidade japonesa, e o estónio Jaspar Vaher surgem aos comandos dos Toyota GR Yaris Rally2, os restantes guiarão os Renault Clio RS Rally3. São os casos dos japoneses Rio Ogata, Kanta Yanaguida e Jarkko Nikara.

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