Amarante, Baião e Marco de Canaveses juntam-se a 12 de agosto para uma experiência imersiva na Serra da Aboboreira, com três estações interpretativas e observação segura do eclipse solar.
A Serra da Aboboreira vai transformar-se, a 12 de agosto, num espaço de observação astronómica e descoberta do território, numa iniciativa que pretende juntar património, natureza e ciência em torno de um eclipse solar.

Promovida pela Associação de Municípios do Douro e Tâmega (AMDT) e pelos municípios de Amarante, Baião e Marco de Canaveses, a iniciativa, denominada “Sob o Céu da Aboboreira”, terá como cenário a envolvente da Capela da Senhora da Guia, na Paisagem Protegida Regional da Serra da Aboboreira.
A proposta passa por uma experiência imersiva organizada em três estações interpretativas, destinadas a mostrar diferentes dimensões daquele território. A primeira, “A Serra Ancestral”, será dedicada ao património arqueológico e megalítico da serra. Segue-se “A Serra Viva”, centrada na biodiversidade, geologia e conservação da natureza. A terceira, “O Céu da Aboboreira”, será dedicada à explicação do fenómeno astronómico.
O percurso terá ainda como fio condutor o “Guardião da Serra”, uma personagem criada especificamente para a iniciativa e que acompanhará os participantes na ligação entre a história, o património natural e a astronomia.
Eclipse é o momento alto
O ponto central da iniciativa será a observação do eclipse solar, com a organização a procurar transformar o fenómeno astronómico numa oportunidade de aproximação da população à ciência, sem desligar essa experiência da valorização da paisagem e do património da Aboboreira.
Para garantir a segurança da observação, a atividade conta com a colaboração do Grupo Boa Imagem – Serviços Óticos e Auditivos, que disponibilizará óculos certificados para observação solar.
A iniciativa enquadra-se na estratégia de valorização da Paisagem Protegida Regional da Serra da Aboboreira enquanto espaço de educação ambiental, investigação científica e conhecimento do património, procurando levar os participantes a olhar para a serra não apenas como território natural, mas também como lugar de memória, ciência e observação do céu.


